Como fazer para que seu filho tenha uma alimentação saudável?

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Desenvolvimento físico adequado, prevenção de doenças, peso adequado, ossos e dentes mais fortes, maior capacidade de concentração, melhor aproveitamento escolar, energia para executar as atividades… A lista de benefícios de uma alimentação saudável é não apenas imensa, mas o grande sonho dos pais.

Mas, em uma sociedade em que a oferta de lanches e a propaganda do fast food são quase irresistíveis, como fazer com que os filhos tenham interesse em comer frutas, vegetais e outras opções naturais?

Se essa também é a sua dúvida, descubra agora quais atitudes podem contribuir para que as crianças tenham uma alimentação saudável!

1. Explore o sabor

Muitas vezes, tentamos incentivar nossos filhos a ingerir alimentos saudáveis listando os benefícios. Porém, as crianças, especialmente as pequenas, ainda não compreendem a importância deles ou não estão interessadas nisso. Será que estamos mirando o alvo errado? Provavelmente, sim.

Pesquisas mostram que, nos países onde as crianças se alimentam melhor, os adultos não ficam argumentando sobre a relevância dos componentes da refeição. Eles simplesmente as incentivam a comer dizendo que é gostoso. Pode parecer não funcionar a princípio, mas, a médio prazo, o resultado compensa.

2. Proporcione sensações

Apesar de naturalmente curiosas, crianças resistem ao que não conhecem. Quando resistem e dizem que não gostam de um alimento, geralmente não sabem de onde ele veio.

Isso não significa que seja preciso dizer para uma criança o quanto o alimento é saudável ou quais vitaminas ele possui. Crianças têm o pensamento ancorado nos sentidos, e não na lógica racional. O que fazer, então?

Para convencê-las, ofereça a experiência sensorial de que precisam: a oportunidade de ver o alimento em seu estado natural, cheirar, tocar, sentir sua textura. Ao acompanhar o preparo até chegar à mesa, se sentirão estimuladas a prová-lo voluntariamente.

3. Desenvolva o gosto pela alimentação saudável

Algumas crianças naturalmente comem de tudo, mas são uma exceção. Pesquisas mostram que a maior parte delas precisa provar um alimento de 7 a 12 vezes até familiarizar-se com seu sabor. Por isso, não desista. É importante oferecer o alimento e sempre pedir para a criança prová-lo, mesmo que não coma em grande quantidade.

Os franceses, conhecidos por essa proeza, fazem seus filhos provarem o alimento. Quando não gostam, eles simplesmente dizem que, quando forem maiores, eles vão gostar – uma estratégia psicológica aparentemente simples, mas muito inteligente. Afinal, que criança não quer ser “grande” ou fazer coisas que crianças maiores fazem?

4. Apresente os alimentos de forma atrativa

Segundo as pesquisas, crianças estão mais abertas à variedade no prato que os adultos. Porém, inconscientemente, elas manifestam algumas exigências. Por isso, caprichar na apresentação dos pratos e oferecê-los prontos para comer facilita a aceitação.  

Para uma criança com os dentinhos ainda pequenos, morder uma maçã imensa pode ser um esforço desanimador, mas receber o alimento fatiado, em porções menores, facilita a aceitação e seu consumo constante.

5. Mantenha uma programação alimentar

Educar os filhos para uma alimentação saudável não significa abolir lanches ou fast food. Significa que eles serão incluídos dentro de uma programação equilibrada, apenas uma ou duas vezes por semana.

Por mais que dizer não às crianças seja um desafio, é importante que elas percebam que nossas escolhas precisam ser conscientes, e que haverá, sim, espaço para todos os tipos de alimentos – mas no momento certo e com a frequência apropriada.

6. Tente abordagens criativas

Experiências de educação alimentar mostram que cultivar uma pequena horta ou envolver as crianças no preparo dos pratos produz resultados excelentes para a introdução e manutenção de hábitos saudáveis.

Infelizmente, a rotina corrida e os espaços de moradia cada vez menores impedem a realização dessas atividades em família, mas há instituições que oferecem esses serviços como atividades extracurriculares. Além de contribuir para a conscientização e a criação de um estilo de vida mais saudável, essas aulas ajudam as crianças a se tornarem mais autoconfiantes e autônomas e até podem estimular a revelação de grandes talentos gastronômicos!

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